Open/Close Menu Todos os eventos dos Açores

Este Top Azores é mesmo especial, pois este fim de semana temos mais de 20 eventos a acontecer um pouco por todos os Açores. Um dos mais espectaculares é sem dúvida o Red Bull Cliff Diving. Como não aconselhamos ninguém a dar estes mergulhos, nem na piscina lá de casa, aqui seguem 20 lugares mágicos onde pode dar um bom mergulho. Outro motivo pelo qual este Top Azores é muito especial é porque contamos com a colaboração do Miguel Machado, que escreveu e fotografou estes 20 lugares e que gentilmente nos cedeu e autorizou a publicar na Agenda dos Açores. Esperamos que gostem e acima de tudo o nosso muito obrigado ao Miguel.

*Fotos e texto da autoria de Miguel Machado.

1. Praia Calhau d’Areia

Fica na Ribeira das Tainhas, tem uma vista fantástica sobre o ilhéu de Vila Franca e o acesso é acessível, com parque de estacionamento. Tem balneários. O resto a imagem fala por si 
É uma praia não vigiada.

Coordenadas: N37.717071 W25.410922

2. Praia do Lombo Gordo

Situa-se em Nordeste e o acesso é feito por uma estrada muito acentuada onde pode ir de carro e depois por algumas escadas. A praia tem balneários e é conhecida por ter areia de x em x tempo (falaram-me em 7 anos), influenciada pelas marés.
Este ano a praia encontra-se assim, completa de areia.
É uma praia não vigiada.

3. Praia da Viola

O acesso poderá ser feito de carro até junto da praia, pela Lomba da Maia, onde existe um estacionamento para alguns carro e um percurso pedestre até à praia, com passagem por uma ribeira (com uma cascata que irei publicar mais tarde). O acesso por aqui torna-se mais complicado de maré cheia.
A praia tem acesso também pela Maia, pelo trilho PR27SMI, com a extensão de 5 km.
É uma praia vigiada aos fins de semana das 11h às 19h *

*atualizado a 20.06.2016

4. Porto da Caloura

Zona Balnear junto a um porto em Água de Pau, cidade de Lagoa. É caracterizada por uma mistura de cores tropicais e por águas límpidas. Enquadrada-se junto de uma falésia de rocha basáltica. Tem uma piscina para crianças e tem escadas de acesso ao mar.
Tem algum estacionamento.
É uma zona vigiada.

5. Calhau da Margarida

Situa-se na Ribeira das Tainhas, ao lado da praia que já publiquei anteriormente e o acesso é feito através das rochas. É uma praia tranquila, com pouca areia e onde as ondas rebenta longe.
O acesso deve ser feito com cuidado.
É uma zona não vigiada.

6. Zona Balnear do Frade

Fica na Freguesia da Maia e é de fácil acesso. Com maré vazia e mar calmo é paradisíaco e, no dia que fui, tinha pouca gente. Tem uma vista fantástica e pode-se disfrutar de um mar limpo e transparente. Uma boa alternativa ao Calhau D’areia/Porto de Pescas da Maia/Praia da Maia, na mesma freguesia.
Tem balneários.
É uma zona não vigiada.

7. Piscina Natural das Feteiras

Situa-se na freguesia de Feteiras, em Ponta Delgada. Na fotografia é visível a piscina construída e um acesso ao mar.
O acesso a esta zona banear é feito de carro até junto da piscina. Tem balneários, mas quando fui estavam fechados.
É uma zona não vigiada.

8. Praia sem nome conhecido

Fica a cerca de 700 metros da Praia dos Moinhos e tem areia variavel. Este ano está assim, mas já ouvi relatos e vi fotografias de areia depois do morro.
O acesso é feito por um pequeno trilho ao lado de uma casa amarela.
Coordenadas: N37.822508 W25.439064

9. Praia da Pedreira

Fica em Água D’alto, em Vila Franca. O acesso à entrada para a praia é feito por uma pequena rua depois de passar pelo famoso “Café do Araújo”. Tem estacionamento junto da entrada e um pequeno parque de estacionamento antes da entrada para os carros.
Depois de estacionar o acesso à praia é feito por um trilho em escadas.
É uma zona não vigiada.
Coordenadas: N37.717270 W25.462307

10. Praia dos Mosteiros

Conhecida pelo seu magnífico pôr-do-sol, fica na freguesia dos Mosteiros, em Ponta Delgada. Tem estacionamento e é de fácil acesso.

É uma praia vigiada.
Coordenadas: W37.888619 N25.823599

11. Calheta da Cabra

Fica na Caloura e é uma zona balnear em formato “calhau”. O acesso é feito através das rochas e deve ter sempre atenção à maré alta pois torna-se difícil ou quase impossível a sua passagem. Em maré baixa, como na fotografia, esta zona é magnífica para banhos!
A entrada para a Calheta da Cabra é feita por um pequeno trilho com início na placa informativa da “Caloura – Ponta da Galera”
É uma zona não vigiada e o estacionamento é difícil.
Coordenadas: N37.709213 W25.511381

12. Praia do Degredo

Situa-se ao lado da Praia da Pedreira, já aqui publicada e fica na mesma freguesia, em Água D’Alto. Tem estacionamento e o seu aceso é fácil, sendo feito por um pequeno percurso com boas condições.
É uma zona não vigiada.
Coordenadas: N37.715490 W25.452049

13. Piscina de São Vicente

Situa-se entre os conhecidos Poços de São Vicente e o Porto, que na altura da fotografia estava em obras.
A piscina é uma zona não vigiada e o acesso no dia da fotografia era pelas rochas ( logo ao lado dos Poços).
Tem estacionamento.
Coordenadas: W37.833960 N25.669004

14. Poços de São Vicente Ferreira

Fica a 10 minutos do centro da cidade de Ponta Delgada e é uma zona balnear muito concorrida. Tem estacionamento, bons acessos ao mar e muito espaço para estendera toalha.

Coordenadas: N37.834138 W25.669348

15. Praia do porto da freguesia do Porto Formoso

Fica mesmo no coração da freguesia, junto da igreja. Tem areia, mas pelo que observei os que frequentam esta zona balnear preferem entrar na água pelo porto, nomeadamente jovens, para aproveitar uma zona alta para saltos.

É uma zona não vigiada.
Coordenadas: N37.822284 N25.426192

16. Praia dos Moinhos

Esta é a famosa praia do Porto Formoso. Zona com casas para férias e com esta excelente zona balnear. Conhecida também por ter um snack bar com um excelente hambúrguer. Tem estacionamento, mas que em dias de verão não dá para a procura e a cima deste tem um parque de campismo gratuito com uma cascata.
É uma zona vigiada.
Coordenadas: N37.822508 W25.445218

17. Praia do Fogo

Esta é a famosa praia da Ribeira Quente frequentada por muitos micaelenses e que enche durante a muito conhecida Festa do Chicharro, que acontece todos os anos em julho. A praia é também conhecida por ser possível, em algumas zonas, sentir o mar quente devido a nascentes hidrotermais submarinas.
É uma praia vigiada, o acesso é fácil e tem parque de estacionamento.

Coordenadas: N37.729682 W25.307936

19. Praia Baixa da Areia 

Situa-se ao lado da tão conhecida Praia da Caloura. A praia é pouco frequentada e dá a sensação de estarmos fora da ilha. Tem estacionamento (o mesmo que a Praia da Caloura) e o acesso é feito por umas escadas em cimento.

É uma zona não vigiada.
Coordenadas: N37.716431 W25.516230

20. Forno da Cal

Esta zona balnear, em Ponta Delgada, foi construída a quando da reabilitação da Avenida do Mar. Está aberta só durante a época balnear de verão com horário entre as 10h00 e as 19h00. O acesso é feito através de umas escadas, que fora desse horário estão fechadas. Tem vista privilegiada para o Ilhéu Rosto do Cão, em São Roque.
Tem algum estacionamento.
É uma zona vigiada e de bandeira azul.
Coordenadas: N37.744549 W25.640553

Sabemos que existem muitos mais lugares mágicos, e o Miguel também, tanto que até já os fotografou. A Agenda dos Açores poderá vir a publicar um novo artigo sobre estes lugares e se por acaso conhecer algum e queira partilhar connosco deixe o seu comentário aqui ou no Facebook da Agenda dos Açores.

Não se tornaram em celebridades à escala planetária, não ganharam fortunas com contratos milionários, não compraram mansões na Caloura, iates ou automóveis de luxo e o único avião onde andam é no da Ryanair. Mas que nos fizeram rir a bandeiras despregadas lá isso fizeram. E para Agenda dos Açores rir é sem dúvida o melhor remédio, cura todos os males, menos o pé de atleta. Por isso, queridos Youtubers, Vloggers e outras etiquetas que ainda vos arranjarão, o nosso muito obrigado.

*Esta lista não apresenta ou propõe uma ordem específica, nem um vídeo é melhor que o outro. Gostamos de todos por igual, como gostamos dos nossos filhos.

1. E se o Rambo fosse feito nos Açores

O Hélder Medeiros a.k.a Helfimed quase que fez um franchise de “E se fosse feito nos Açores”. Acertou tão em cheio que ainda hoje continua a poder ser um franchise, ó Hélder. 😉

2. Balada do Brassado

Sabia que existem mais brassados fora dos Açores do que nos Açores? Para todos eles um grande “abrass”.

3. Milu Cirrose

Sabemos de fontes próximas que a cirrose estabilizou, mas a Milu continua a beber como se não houvesse amanhã. Há gente com sorte.

4. Vavó Valdemira

Começamos a rir ao primeiro segundo do vídeo e só paramos para dormir. Vá, passar pelas brasas.

5. A Youtuber Teresa Bettencourt

Cuidado! Este vídeo é gráfico e pode conter imagens eventualmente chocantes.


6. Cheira, parece… se calhar é porque é…

Basicamente é a descrição de uma pocilga feita por um miúdo. E muito bem feita, diga-se. Tanto que não faríamos melhor.

7. Xamon em São Miguel

Dizem que foi a maior crise de sempre depois da primeira vinda do FMI nos anos 80.

8. Yé-Yé

Vá, sejamos sinceros, quem nunca cantou assim que atire a primeira nota desafinada.

9. Portuguese Kids

Dizem ser miúdos portugueses, mas quem enganam eles? Cheira a açoriano de primeira geração por todos os lados.

10. Chef das Capelas

Enquanto ainda muitos usavam fraldas já o grande Chef das Capelas fazia receitas originais e exclusivas no Youtube. Tem estrelinha, mesmo que não seja Michelin.

11. Cinema nos Açores.

Não diz tão bem Rabo de Pê como o Yé Yé, mas também quem é que consegue dizer as coisas como o Yé Yé diz?

12. O Bruce Lee dos Açores

Se não estiver a rebolar no chão a rir depois deste vídeo, consulte um especialista. 

13. Helfimed na América

Não pode ser o Pai, porque não acreditamos que tecnicamente seja possível, mas pode ser a cabra por exemplo, porque talvez seja mesmo o nosso Greatest Of All Time (GOAT). 

No dia 1 de julho, celebra-se o Dia Mundial das Bibliotecas, e a equipa editorial do Top Azores decidiu dar a conhecer as bibliotecas mais giras dos Açores.

1. Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro (Terceira)

Funcionando muitos anos no lindíssimo Palácio Bettencourt, as novas instalações, projetadas pela arquiteta Inês Lobo, foram inauguradas a 16 de setembro de 2016.

A sua arquitetura moderna contrasta com a do Palacete Silveira e Paulo, um dos mais notáveis exemplares da arquitetura civil açoriana da transição do século XIX para o século XX, o que lhe conferiu algumas críticas. No entanto, não deixa de ser um projeto bastante arrojado e esteticamente atraente dentro do género contemporâneo.

Na Rua do Morrão, 42 – Angra do Heroísmo.

2. Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça (Faial)

Instalada na antiga “Casa Grande”, outrora pertencente à família Bensaúde, que foi adquirida pela Região Autónoma dos Açores em 2008.

Além de reabilitar o histórico edifício, foi construído um novo corpo, de traça moderna, onde se encontram o auditório, a sala de exposições, entre outros espaços de apoio a iniciativas culturais.

Na Rua Walter Bensaúde, 14  – Horta.

Fotografias: Carlos Faria e José Andrade

3. Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada (São Miguel)

Instalada no edifício do antigo Colégio dos Jesuítas de Ponta Delgada, o seu arquivo é considerado como um das mais importantes a nível nacional, pela riqueza e diversidade dos fundos e coleções que possui, com destaque para os Fundos de José do Canto, Ernesto do Canto, Eugénio do Canto, Manuel Monteiro Velho Arruda, José de Torres, a biblioteca e espólio de Teófilo Braga, a biblioteca de Antero de Quental, bem como a Anteriana do Dr. José Bruno Carreiro, e outras. Em termos de Obras Raras, possui cinco incunábulos e coleções de livros dos séculos XVI, XVII e XVIII, alguns oriundos dos antigos conventos no arquipélago, primeiras edições e outras, sem esquecer a Coleção Camoniana, e, ainda, os manuscritos das “Saudades da Terra” de Gaspar Frutuoso, “Espelho Cristalino” de frei Diogo das Chagas, “Crónicas da Província de S. João Evangelista das Ilhas dos Açores” de frei Agostinho de Monte Alverne, apenas para citar os mais importantes em seu extenso acervo.

Na Avenida Gaspar Frutuoso, 12 – Ponta Delgada.

4. Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira (São Miguel)

Localizada no edílico e singular espaço do Convento dos Franciscanos a Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira oferece ao leitor cerca de 20 mil livros e documentos, alguns de grande valor patrimonial e histórico, num espólio acessível por quem visitar este novo espaço municipal.

Na Rua de Santo António (Convento dos Franciscanos), Lagoa.

Fotografias: CM Lagoa e Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira

5. Biblioteca Municipal Daniel de Sá (São Miguel)

Inaugurada em 2014, após uma reconstrução e adaptação da antiga Casa da Natividade, de um edifício do século XVIII, a nova biblioteca municipal da Ribeira Grande tem uma área de 1.800 metros quadrados, três pisos, que incluem um pequeno auditório, salas de leitura para os mais jovens, salas para investigação e ainda uma zona verde. As novas instalações da biblioteca resultam da adaptação e recuperação da antiga Casa da Natividade, um edifício, classificado como património municipal, que se encontrava devoluto. É, sem dúvida, um dos melhores exemplos de reabilitação de um edifício nos Açores.

No Largo das Freiras, Ribeira Grande.

Fotografias: CM Ribeira Grande; ETAP

6. Biblioteca Municipal de Vila do Porto (Santa Maria)

Esta Biblioteca é resultado do projeto de requalificação do antigo Solar de João Falcão de Sousa, décimo Capitão do Donatário da Ilha de Santa Maria, edifício datado dos séculos XVI-XVII. Foi aberta ao público em 2010.

Na Rua da Boa Nova, 19 – 29 – Vila do Porto.

7. Biblioteca Municipal Silvestre Ribeiro (Terceira)

Foi transferida para o edifício Casa das Tias de Vitorino Nemésio em 2009. A Casa das Tias, um edifício histórico, que remonta ao século XVIII, reconstruída depois do terramoto de 1841, sofreu obras de reabilitação que lhe permitem continuar a perpetuar a memória do escritor, natural da ilha Terceira e “pai” do termo “açorianidade”.
É uma casa vistosa e que chama de imediato a atenção pelas suas dez janelas e pela longa varanda da fachada. Em termos de espólio bibliográfico, a BMSR possui cerca de 30 000 obras, compostas por livros, publicações periódicas e material eletrónico e audiovisual.

Na Rua da Misericórdia – Praia da Vitória.

Fotografias: Carlos Luís M C da Cruz e CM Praia da Vitória

8. Biblioteca Municipal da Madalena (Pico)

Com uma área superior a 1.200 m2, o espaço inaugurado em 2016, contempla salas diferenciadas, incluindo uma zona de leitura de periódicos, uma videoteca, duas zonas multimédia, uma área dedicada a exposições e palestras e ainda um piso subterrâneo para depósito de livros. Edifício do Conhecimento Com Espólio Superior a 60 Mil Livros Com mais de 60 mil livros, a Biblioteca reúne um vasto e diversificado espólio literário, como poucas outras bibliotecas nos Açores, estando ainda dotada da mais avançada tecnologia de ponta.

Fotografias: CM Vila da Madalena

9. Biblioteca Municipal de Santa Cruz das Flores (Flores)

Esta infra-estrutura foi inaugurada no dia 2 de Setembro de 2008. Este espaço remodelado e adaptado a Biblioteca Municipal, tem, no passado dos seus alicerces, a moradia mais antiga da Ilha das Flores.

Data de meados do séc. XVII, foi pertença da família Pimentel de Mesquita, até finais do século XIX. Foi ainda residência do último Capitão-Mor das Flores e Corvo e dos últimos morgados de Santa Cruz. Nesta casa tomou ainda forma o primeiro núcleo do Museu das Flores, e a antiga Casa Museu Pimentel de Mesquita.

Na Rua da Conceição – Santa Cruz das Flores.

Fotografias: CM Santa Cruz das Flores

10. Biblioteca Municipal do Corvo (Corvo)

Até a pequena ilha do Corvo tem a sua biblioteca municipal que é até de boas dimensões. Na Rua da Matriz em Vila do Corvo.

Fotografias: CM Vila do Corvo

11. Biblioteca da Universidade dos Açores (São Miguel)

Projeto arquitetónico do Atelier de Santos. O edifício é todo composto por diversos blocos, bem separados entre si. Mesmo no interior, vemos corpos separados, suspensos, assentes em colunas inclinadas, muito dinâmicas. Este sistema de rampas, de uso público, permite não só o acesso a todas as salas de leitura, mas também, sobretudo, a iluminação natural da biblioteca. Ao alçado nascente (aquele que confronta o Campus Universitário, e o parque de estacionamento) é justaposta uma outra estrutura, que permite o controlo lumínico do interior. Este brise-soleil funciona como um véu, possibilitando uma multiplicidade de leituras do edifício: de longe, o alçado parece ser totalmente opaco, refletindo o vermelho oxidado do aço.

Na Rua Dr. Vitorino Nemésio, 32 – Ponta Delgada.

Fotografias: José Maria Oliveira

Muitas mais bibliotecas existem e cada qual tem a sua beleza. Deixamos aqui apenas 11 delas. Para vós, quais as mais bonitas?

O sol não é uma garantia. Mas qualquer açoriano sabe que o sol é apenas uma personagem secundária num banho, por exemplo. Às vezes até atrapalha, o corpo aquece muito e a água parece mais fria do que é na realidade, pois a sua temperatura no verão está apenas a um, dois graus da temperatura ambiente. Às vezes à noite até sabe melhor que durante o dia. Mas se fosse para falar do que sabe melhor à noite, nunca mais saíamos daqui.

1. Banhos no calhau.

Estava-se mesmo a adivinhar que o bicho ia pegar por aqui. A praia tem uma coisa chamada areia, e a piscina tem outra chamada cloro. Ambas têm doenças infecto-contagiosas para dar e vender. Calhau é tão Regresso ao Futuro II, quando eles estão mesmo no futuro. Não há areia, não há cloro, a água é mais limpa e oxigenada porque é filtrada pelas rochas. Plástico, infelizmente é um denominador comum. Entra aqui a teoria que se todos levarmos 3 pedaços para casa resolvemos o problema.

2. Comer atum. 

Queridos amigos é aproveitar. A safra começa pouco antes do Verão e a Agenda dos Açores desconfia que a muito curto prazo este peixe pode deixar de fazer parte dos nossos hábitos. Já está no limiar do impraticável e aparentemente só vai ficar pior. Os japoneses, que também ficaram sem eles, estão na disposição de dar muito mais dinheiro que nós para os comer, só para dar um exemplo. Sabem o que é bom. Sacanas.

3. Um gelado à italiana.

Existem gelados dos Açores e de empresas açorianas que são bons. Mas os italianos são simplesmente melhores. É como os japoneses e o atum. Bom, na verdade os gelados não são italianos, são sim feitos à italiana (Diga lá isto o que queira dizer), e com ingredientes regionais como a anona, o ananás, o maracujá, o limão galego, o abacate, bolacha mulata, etc. Em “italianês” são mesmo molto bons! Prego!

4. Ilhéu da Vila Franca.

Passar o verão inteiro e não ir ao ilhéu, é como nascer, crescer, viver e morrer em Benfica sem nunca ter ido ao Estádio da Luz, mesmo sendo do Sporting. É impossível. Crescemos a entrar de barco no ilhéu, lá acampamos e passamos momentos únicos. Agora só um barco liga o ilhéu à vila, só pode levar 400 pessoas por dia, é uma reserva natural e é o banho de uma vida. Depois do que dissemos, não aproveite rapidamente não.

5. Banho na Ferraria à luz da lua.

Foto: Tremor

A propósito de banhos de uma vida, ir à Ferraria em pleno verão é uma ideia que não concorre muito para este conceito de banho de uma vida. Mas se o fizer à noite, ou de madrugada, de preferência com a lua cheia, preenche de tal forma o conceito, que não vai lá caber dentro mais nenhum banho. E pode escrever aí num papelinho para guardar na carteira durante 20 ou 30 anos: um dia vou voltar.


6. Festivais de Verão.

Um começa já hoje, o Walk & Talk e vai até 14 de Julho. A paisagem da cidade tem mudado muito nos últimos anos graças ao W&T. Mas no verão dos Açores não faltam festas, música, concertos e outros que tais. São tantos, que mais parece um campeonato inter freguesias para a festa mais popular. Aliás, só em festas brancas dava para fazer todo um campeonato à parte. Ouvimos dizer que na Agenda dos Açores estão lá todos.

7. Fazer windsurf na Fajã de Santo Cristo.

Nunca se meteu em cima de uma prancha? Nós também não. Mas não é isso que o vai impedir de tirar uma fotografia em cima de uma prancha para partilhar nas redes socais. Não se preocupe porque nenhum amigo de verdade e que sabe que nunca fez windsurf na vida vai ver a fotografia. Mesmo assim, vai ter montes de likes.

8. Pôr do Sol nos Mosteiros.  

Tirando a paisagem, convenhamos que os Mosteiros têm muito pouco para oferecer. A praia não é nada de especial, porque é quase uma praia de pedra. Nem é calhau, nem é praia. Talvez estes sejam os melhores argumentos que podemos dar para visitar os Mosteiros. Estes e mais um último, leve uma garrafa de vinho e aprecie o melhor pôr do sol atlântico que alguma vez vai ver na vida. O vinho até pode ser de pacote, pois vai saber ao melhor do mundo.

9. Visitar outras ilhas de barco. 

Se nos tivessem pago, até falávamos do nome da empresa. Como não fomos, vamos fazer muito melhor, não vamos falar do nome e toda a gente vai saber quem é. Querem melhor publicidade? Pois é, no verão temos aí um barquito que anda de ilha em ilha a pegar e a largar passageiros e carros. Ora digam lá que não é o sonho de qualquer açoriano, sair de São Miguel dentro do seu carro e sair na Terceira?

10. Trilho na Ilha das Flores.

Andar a pé será provavelmente das melhores actividades, e está provado que se o fizer nos Açores, melhor ainda. Então se for para completar a grande rota da Ilha das Flores, um trilho com cerca de 47 km que dá praticamente a volta à ilha, vai perceber claramente que o mais importante não é a meta ou o fim, mas sim o caminho que se faz até lá chegar. Cansado, exausto, talvez até com alguma luxação ou entorse vai pensar que se calhar foi demais, bom demais. É natural.

11. Ver baleias.

Temos que pensar fora da caixa. Se tantos turistas escolhem os Açores como destino pela possibilidade de verem baleias é porque se calhar é uma cena fixe, não? A Agenda dos Açores já fez a brincadeira mais que uma vez, mas aquele dia em que vimos um cachalote nascer vai ficar para sempre na nossa memória. Isso, e o Marcelo Rebelo de Sousa de fato de banho no Pesqueiro.

12. Subir ao Pico

Foto: Amaro Rodrigues

É uma pergunta que temos medo de fazer aos nossos amigos, atendendo à quantidade impressionante de açorianos que ainda não subiram ao Pico, a começar por nós claro, criados dentro de uma redoma de vidro com o controle remoto na mão. Há que inverter esta estatística! Propomos viagens grátis ao Pico, visitas às adegas com degustação de vinhos e queijo, banhos de calhau e uma grande mariscada. Amanhã, subimos então ao Pico. Se acordarmos cedo e bem dispostos.

Sabemos que existem muitas mais coisas espectaculares para se fazer no verão nos Açores. As que puderes partilhar, deixa aqui nos comentários ou no Facebook da Agenda dos Açores.

Muito se fala de as Sanjoaninas serem uma das festas populares nacionais onde se consome mais cerveja. E as pessoas pensam que é pelo facto de os terceirenses serem demasiado foliões, ou de terem um fígado do dobro do tamanho normal. Nada disso. Neste artigo, vamos descobrir que pelo menos dez das outras várias dezenas de cervejas que são bebidas num dia normal de Sanjoaninas são absolutamente necessárias.

Por Diogo Ourique (jornalista terceirense)

1. Dificuldades em estacionar o carro

Nas Sanjoaninas, Angra do Heroísmo enche-se de carros até às costuras. A cidade transforma-se num gigante stand de automóveis em segunda, terceira e nona mãos. À conta disso, a maior parte das pessoas tem de ir estacionar muito longe. Só a viagem que temos de fazer desde o carro até ao arraial, já merece uma cerveja. Há que nos manter hidratados.

2. Bifanas e Alcatras de Polvo

Uma vez no arraial, e com a hidratação já feita, temos de tratar da alimentação. Ora, na altura das Sanjoaninas, a cidade de Angra, além do stand, transforma-se também num mercado marroquino onde só se vendem bifanas e alcatras de polvo, em vez de tapetes persas e vestidos de linho. Essas tascas são, como o próprio nome indica, tascas, pelo que fazem questão de condimentar os pratos com bastante material. Daí resulta que o sal e a pimenta “puxem” a uma cerveja. Ou a duas. Ou a três. Ou… Enfim, vocês percebem. Logo aí, é pelo menos mais uma cerveja que tem de ser bebida.

3. Marchas Populares

De barriguinha já cheia, e caso seja dia de marchas ou de outro desfile qualquer, é preciso deslocarmo-nos para algures na Rua da Sé para tentarmos apanhar alguma cultura com os olhos. Ora, dos marchantes já se espera que necessitem de uma cerveja quando chegam ao fim do percurso, mas não pensem que a situação não se torna igualmente complicada também para os espectadores. Só de olhar para aquela gente ali a saltar e a cantar dá cá uma sede… Principalmente se nós formos daqueles que vão atrás da marcha a dar apoio. Aí, fazemos quase tanto como eles. E siga mais uma cerveja, que é preciso recuperar o fôlego!

4. Subir a Rua da Sé

Acabados os desfiles, é preciso ir ao Bailão ver uns concertos. Mas, para chegarmos lá, é preciso subir a Rua da Sé toda… É mesmo preciso dizer do que é que precisamos para nos acompanhar e ajudar na viagem? Pois é, de uma cerveja…


5. Palco Bailão

Chegados ao Bailão – e depois de ficarmos mais pobres à entrada por causa da compra do bilhete –, temos de ir ao bar. Quer para curar a tristeza por causa do dinheiro perdido, quer porque, em breve, o artista vai subir a palco, e nós vamos saltar e cantar feitos malucos outra vez, o que nos vai voltar a desidratar. Siga outra cerveja!

6. Concerto Vs. Casa-de-banho

(Fotografia ilustrativa)

Enquanto o concerto decorre, e com tanta cerveja que já bebemos, é óbvio que vamos ter de ir libertar alguns líquidos. Ora, com o Bailão cheio, ir à casa-de-banho implica algum esforço e força de vontade, além de uma muito boa capacidade de “empurra-e-pede-desculpa”. Como já estamos a prever esse trabalho todo, mais vale irmos logo ao bar buscar mais uma cerveja, para evitarmos fazer deslocações duas vezes.

7. Acabou o concerto. E agora?

No caso de ser noite de São João, é preciso irmos para a rua com o mesmo nome, claro está! E isso implica outra deslocação até ao fim da Rua da Sé. Mas como, desta vez, aquilo é a descer, até se dá de barato que não precisemos de uma cerveja para a viagem (embora seja muito provável que precisemos, para ganhar mais “embalagem”). Só que, chegados lá, tal compra torna-se inevitável, e toca a sacar da carteira para pedir mais uma, de preferência de meio litro, que as fogueiras não se vão saltar sozinhas e, para saltar, precisamos de energia.

8. Cerveja Social

Esta é a cerveja social. É inevitável, mas é também a que nos sabe melhor, porque não somos nós a pagá-la. Acontece assim: se não tivermos visto ninguém conhecido até então (o que é difícil, porque quase toda a gente se conhece), vamos ver de certeza quando nos der novamente vontade de ir à casa-de-banho, no meio de uma Rua de São João cheia. Ao encontrarmos essas caras familiares, de certeza que uma delas se vai oferecer para nos pagar uma cerveja, à qual até fica mal dizer que não. Boa educação acima de tudo!

9. Dizer um olá a Vasco da Gama

Finda a festa popular, ou caso não pretendamos ficar na Rua de São João até de madrugada, podemos ainda passar pelo Pátio da Alfândega a ver se apanhamos algum concerto, ou simplesmente para visitar o Vasco da Gama, de quem já tínhamos algumas saudades. Como temos as mãos vazias, e aquilo está cheio de tascas, até nos vamos sentir mal se não comprarmos uma cerveja. Siga então para a goela!

10. Eipá! Isto é bom pra curar a ressaca!

Por fim, e caso não queiramos beber uma cerveja para a viagem de volta até ao carro (porque é certamente essa última que nos ia cair mal), é inevitável que iremos beber uma no dia a seguir, de ressaca, provavelmente deitados na praia ou perto de um buraco com água qualquer. Talvez seja a que mais custa, porque nos faz relembrar todas as cervejas que bebemos do dia anterior. E, como estaremos de ressaca, tecnicamente ainda conta como cerveja do dia anterior. Mas também já é uma cerveja de abrir caminho para um novo dia, porque nos ajuda a despertar e, além disso, à noite há mais Sanjoaninas!

Existe um autêntico culto à volta dos locais onde se serve um bom fino (imperial) na ilha de São Miguel. Uns dizem que tem a ver com riscar o fundo dos copos, outros com não usar detergente na lavagem, há quem aumente o CO2, há quem use barris mais pequenos para ter mais rotatividade… enfim, estes quase mitos urbanos alimentam o imaginário Micaelense. Agora que o Mundial de Futebol está aí à porta, eis aqui a prova que existe vida para além do Cristiano Ronaldo… mesmo sabendo que com ele uma cerveja sabe sempre melhor.

1. Lagoinha

Ahhhh… porque o Lagoinha já não é o que era! É pura maldade ou enfado por não se descobrir nada de melhor. Sem tornar isto numa espécie de post escrito pela NASA, diríamos que os finos continuam muito próximos do que sempre foram: excelentes! Num dia de verão, com o sol a bater nas duas escadarias, separadas por uma rua, até parece que estamos no estádio do Braga, totalmente lotado, para ver um jogo qualquer de um futuro Mundial. Quantos barris precisarão estes senhores para aguentar 90 minutos de pressão no ataque?

 

https://www.facebook.com/Cervejaria-A-Lagoinha-324853629710/

2. A Cascata

Quando éramos jovens & imberbes a Cascata era assim, sem margem de dúvida, o melhor fino da Ilha de São Miguel. Os tempos mudaram, fizeram umas obras que os deixaram perdidos entre uma tasca genuína e qualquer coisa mais moderna, perderam o jogo no meio campo. Igual só parece estar uma coisa, a cerveja. Finos que costumam sair quase todos em Cascata, como no Mané Cigano.

http://www.ribeiragrande.pt/geo/cervejaria-cascata/

3. O Arnaldo

Fica ali no início da Alameda de Belém, mesmo ao pé da Casa de Saúde, o Egito. É por isso aquele café em que se sente mais a presença de Egípcios. Se fôssemos uma senhora, ou mesmo um senhor que se desse ao respeito, nem descíamos a Alameda de Belém só para não passar lá perto, quanto mais entrar para pedir um fino. Mas nós somos a raça da Agenda dos Açores! Se sobreviver, como nós sobrevivemos, é beber cá fora, sentado na rotunda, a ver o Mahomed Salah fazer malabarismos.

 

https://www.youtube.com/watch?v=xNikAkGsyp0

4. O Madruga

Por falar em raça, caramba, que raça é essa Madruga? Ali para os lados da Rua de Santa Catarina encontramos um café, bem pequeno, chamado Madruga. Basicamente o Madruga é um grupo gigante de amigos que tem um tirador de cerveja Especial. É bom que saiba sacudir a cevada do capote, porque eles vão meter-se consigo, vão gozar, brindar, brincar, derramar cerveja, abraçar, enfim tudo a que um Homem com amigos tem direito.

https://www.facebook.com/Cafe-Madruga-561722400569619/


5. O Pinheiro

Do Lagoinha ao Pinheiro é um salto, ou dois. Depende do tamanho das pernas ou dos finos que já se beberam. Não é tão conhecido ou mesmo procurado como o Lagoinha. Este é logo o primeiro ponto que nos faz gostar de ir ao Pinheiro, na Praça Bento de Góis. E depois, porque a cerveja é muito boa e sempre podemos ir espreitando o jogo da seleção, rezando para que não nos faça falta um Pinheiro lá na Rússia.

https://www.publico.pt/2010/08/29/desporto/noticia/paulo-sergio-quer-um-pinheiro-no-ataque-dos-leoes-1453396

6. Tabacaria Micaelense

No Mercado da Graça, a Tabacaria Micaelense é o membro mais novo deste culto do «fininho». Não tem qualquer tradição, nem nos parece que tenham assim uma grande experiência a tirar finos. Será só mais uma teoria, mas talvez por não lhe conferirem assim uma importância muito Especial acabam por tirar um fino 5 estrelas.! Frescos, como as couves e as hortaliças do mercado.

https://www.facebook.com/tabacariamicaelense/

7. Travassos

Se não fosse mesmo bom, não estaríamos a falar pela segunda vez consecutiva no Travassos. É claro que também estamos um bocadinho sentidos pelo facto de o Professor Marcelo não ter ido beber uma cerveja connosco. Por isso, fica o recado que por lá já devem ter passado uns 11 milhões de portugueses. Diga-se, quase todos pela mão da Turma do Travassos, que é uma pouco como a raça do Madruga, mas mais bonitos e perfumados.

 

http://www.cm-pontadelgada.pt/frontoffice/pages/877?poi_id=868

8. Mané Cigano

Não é raro encontrar o Rodrigo Travassos no Mané Cigano. Isto só quer dizer que a cerveja aqui é boa. Muito boa mesmo. O Hélder Sardinha diz que tem uns truques, que não podem ser revelados. E nós não nos importamos, desde que continue a tirar um fino naquele copo velho, baço, sujo que mais parece um vulcão em erupção. Se não beber depressa metade da cerveja desaparece nesta manifestação vulcânica e hipnótica. Não tenha medo em fazer o serviço que está ali para fazer: beber aquele fino.

 

https://www.facebook.com/mane.cigano

9. Café Ponto de Encontro

Créditos para o Nelson, a.k.a Dragão que tem uma interessante ocupação de tempos livres, palmilhar a ilha de São Miguel à procura dos melhores finos. Foi ele que nos falou deste Ponto de Encontro, mesmo ao lado da Igreja de Santa Clara. É uma espécie de Pinheiro da cidade, ou seja, para aquelas ocasiões que mesmo não querendo muita confusão, continuamos a querer beber um excelente fino.

http://www.cm-pontadelgada.pt/frontoffice/pages/877?poi_id=2362

10. Tasca Típica Ribeira Grande

Só abre à tarde, o que é uma verdadeira chatice para aqueles que gostam de começar o dia a beber um fino. Mesmo assim, vale a pena a espera. Pois este será um dos cromos mais raros em toda a coleção e dá para perceber que levam este estatuto muito a sério. É por isso, uma espécie de nível 5 para o qual só se está preparado para jogar depois de passar pelo menos os 9 pontos anteriores.

https://www.facebook.com/Tasca-T%C3%ADpica-RG-1967504386798930/

11. O Dinis 

A Ribeira Quente tem tudo. Mar, peixe, marisco, praia, com corrente de água quente e as Furnas ali tão perto. Mesmo assim, a maior razão que se pode ter para visitar a Ribeira Quente são os finos do Dinis. São tão bons que chegamos a pensar que não haveria problema se os túneis que servem de entrada e saída à vila ficassem intransitáveis durante vários dias. Mais ou menos, até acabar o seu stock de barris de cerveja, aí os túneis voltariam a abrir. Mas só para deixar entrar os camiões com os barris de cerveja.

https://www.facebook.com/pages/Diniss-Café/479431335422459?hc_ref=ARSI0er4JGUq7vtP4HmGCmp98jsGD1bEfLgui5pl4LB-MQ904ScxMsB4fyFSz0Ub2gA

Sabemos que existem mais uns quantos sítios muito Especiais na nossa ilha. Gostaríamos só de dizer que estamos a trabalhar nisto. Acima de tudo, não tente fazer este percurso num só dia. Seja responsável, e beba sempre pela boca.

1. A Ilha dos Açores não existe. 

Os Açores são um arquipélago composto por nove ilhas. Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico, Faial, São Jorge, Graciosa, Flores e Corvo. Das mãos sobra apenas um dedo para a maior não ilha, o Ilhéu de Vila Franca, na Ilha de São Miguel. Confuso? Pois, e ainda só agora começou.

2. Porque o arquipélago se chama Açores?

Diz-se que os primeiros navegadores deram conta da existência de muitas aves que pareciam ser Açores. Se tivessem partilhado numa rede social provavelmente aparecia logo alguém a dizer que estava mal e que afinal eram Milhafres. Ainda bem, Açores soa muito melhor.

3. É verdade que existem mais vacas que pessoas?

Às vezes é difícil destrinçar. Mas segundo os últimos dados (2009) existem 248 763 “vacas” e 245.283 pessoas nos Açores. Elas é que mandam. É um pouco como aquele sócio que detém 51% da empresa. Porém o que importa é que juntos somos quase meio milhão e não podíamos ser mais felizes. Obrigado por perguntar.

4. O que são chicharros?

Um chicharro é um carapau mais pequeno, ou então é um “jaquinzinho” para o grandote. Passou recentemente a ser também uma medida de avaliação de sustentabilidade (M.A.S), por exemplo, quando chegamos à praça e vemos chicharros a 25 euros o quilo a primeira coisa que vem à cabeça de uma pessoa é: “Isto é insustentável!” Ok, pedimos desculpa, é a segunda coisa em que pensamos. A primeira não podemos escrever aqui…

5. Sim, também fazemos comida debaixo da terra.

Se em alguns países fazem de uma cerimónia fúnebre uma festa, então o que dizer quando se põe uns quantos quilos de carne de vaca, porco, frango, chouriços, morcelas e couves debaixo da terra? Nós por cá chamamos banquete e, para além do cheiro a enxofre, cheira que não é uma coisa só açoriana. Isto de comer é o mais elevado desígnio nacional. Viva ao cozido, viva os Açores, viva Portugal. (Se não gostam de cozido, podemos combinar uma caldeirada).

6. Há baleias?

Esta é a pergunta a que todos sem excepção gostariam de responder. Nós, num enorme esforço de auto controle, para evitar a piada fácil, podemos avançar que no Verão é época alta e passam dezenas de espécies diferentes pela nossa costa. Se teve piada acreditem que foi sem querer.

7. Banhos no calhau.

Praia é tão 1980 e depois tem aquela coisa, como se chama?…. A areia! Uma chatice, não fosse o calhau. O calhau é formado por lava solidificada que cria uma espécie de barreira/piscina natural. É claro que também já há calhau feito pelo homem. Mas os melhores foram feitos pelos vulcões. E um vulcão sabe o que o faz, pois criou dezenas de piscinas naturais espalhadas um pouco por todas as ilhas dos Açores.

8. A Ferraria

Este é por definição o calhau mais extraordinário de sempre, porque quando a maré está baixa a água aquece quase ao ponto de cozer um ovo, (nota mental: levar ovos), mas quando a maré sobe o mar empurra água fria para dentro da piscina misturando-se com a água quente, até ficar a temperatura perfeita para um banho no meio do Atlântico. Inesquecível e sem conta de condomínio para pagar no fim do mês.

9. Touradas à corda na Terceira.

Sabemos que não é um assunto consensual. Há quem goste muito e há quem não goste nada. No entanto, ao fim de um minuto a ver pessoas a fugirem dos touros, quase trepando paredes lisas, não deixa de ter a sua graça. Na Terceira já existem várias gerações com nódoas negras e escoriações um pouco pelo corpo todo, chegam até a fazer competição entre si! O que levou mais pontos, o que ficou inconsciente durante mais tempo, o que perdeu mais sangue… Enfim!…

10. Vinhos do Pico

Conta-se a história que os Czares vinham comprar vinho verdelho ao Pico. Os Czares não eram parvos convenhamos, a Vodka não sabe a nada para além de álcool puro! Entretanto, perdemos todas as vinhas por causa de uma praga e os czares não voltaram. Só voltou a Unesco para reconhecer que a paisagem vínica do Pico é património da humanidade. Desde aí os vinhos começaram a melhorar. E se ainda não valerem a viagem, o Pico paga a diferença, pois esta ilha é, nem mais, nem menos, o coração dos Açores.

11. Santo Cristo dos Milagres

O que é que faz um conjunto de homens andar horas a fio pelas rua da cidade com um andor que pesa quase meia tonelada?! É a fé, é a devoção, é o Culto ao Senhor Santo Cristo dos Milagres. Para além disso, temos as farturas, os gelados de máquina, as comidas nas barraquinhas, os carrinhos de choque, o bazar, arrematações, promessas, vigílias, missas e jogos de futebol que ficam na história por garantirem a subida de um clube de futebol açoriano à primeira divisão nacional. Se esta ainda existir lá para os fins de Agosto, quando arrancar o campeonato…

12. Peter Café Sport no Faial

O Peter’s já era conhecido pelo seu Gin, muito antes sequer de existir Gin português. Aliás, até antes do senhor que fundou a fábrica de Gin ter nascido. É isto que o Peter’s continua a ter de bom, não há modas passageiras, tudo é história, até os copos, que são os mesmos quase desde que o senhor que fundou a fábrica de Gin tirou a carta de mota.

13. Fajã de Santo Cristo

Fica ali ao lado, na ilha de São Jorge, a uma distância que dá para ir a pé, não fosse o Atlântico. A Fajã tem um bocadinho de tudo, só não tem electricidade. Partindo do princípio que não poderá carregar o telemóvel, que pode comer as melhores amêijoas do mundo, fazer surf ou windsurf e não fazer mais nada o resto do dia, então é porque talvez estas sejam as melhores férias de sempre!

14. Precisamos de usar o Google Translate para perceber o que os Açorianos dizem?

A ideia que fica é que o Google Translate não está está preparado para a quantidade gigante de expressões idiomáticas, coloquialismos e sotaques que mudam mais depressa que as freguesias. No fundo, nem o Google Translate, nem ninguém está preparado para isto. Não vamos dizer que são precisas legendas porque este é um assunto tabu e normalmente acaba em porrada, mas que requer golpe de asa e de ouvido, lá isso requer.

15. Quem é tê pá?, por exemplo.

É uma adaptação directa do americano, (sim, aqui não falamos inglês, mas sim americano), que quer dizer, mais coisa, menos coisa Who’s your daddy? Isto normalmente vem a reboque de termos feito uma coisa fixe por um amigo ou familiar. É uma espécie de “Sou ‘muita’ bom não sou?!”, mas com muito mais pinta.

Estes são apenas 15 factos sobre os Açores. Existem muitos mais, mas já estávamos a ficar com a vista cansada.

As Festividades do Senhor Santo Cristo dos Milagres são, sem dúvida, a maior manifestação religiosa dos Açores, cuja veneração já remonta ao século XVI!

Fizemos uma seleção de 10 coisas a fazer nas Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, de forma a vivência-la ao máximo!

1. Inauguração das luzes

Oficialmente as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres já começaram. Mas verdade, verdadinha, é que só quando as luzes se acendem na Sexta-Feira, pelas 21H00 é que podemos dizer que a festa começa…

2. Mudança da Imagem

No sábado às 16:30 h, a imagem do Senhor Santo Cristo sai do Convento da Esperança e dá uma volta ao Campo São Francisco, regressando ao Santuário. É a primeira oportunidade de ver o andor em movimento (e que visão fantástica é!).

3. Vigília 

Um dos pontos altos da Festa é a vigília na Igreja de São José. Entre as duas e as 6 horas da manhã pode assistir a missas, cânticos, leituras. Uma cerimónia belíssima e uma noite muito bem passada junto ao Senhor Santo Cristo dos Milagres.

4. Solene Concelebração Eucarística no Adro do Santuário

A missa celebra-se todos os dias e em vários momentos do dia, mas a missa de domingo, das Festas do Senhor Santo Cristo dos milagres é especial e única. Ministrada ao ar livre.

5. Barraquinhas

Nas “barraquinhas” junta-se uma grande variedade de propostas gastronómicas de todo o país e é quase tão importante comer pelo menos uma vez nas barraquinhas como ir pelo menos uma vez na procissão.

6. Feira Campo e Lar

Tem pouco a ver com o Senhor Santo Cristo dos Milagres, mas tudo a ver com a nossa ilha. Artesanato, serviços, produtos regionais atingem a expressão máxima nesta Feira. A não perder, nas Portas do Mar.

7. Tapetes de Flores

Antes da procissão começar dê um passeio pela cidade de Ponta Delgada e descubra as centenas e centenas de metros de lindíssimos tapetes de flores. Com um bocadinho de boa vontade ainda participa na conceção de um!
 

8. Procissão

Um enorme percurso que passa por grande parte das igrejas e conventos de Ponta Delgada. Como o ritmo é lento pode escolher vários pontos da cidade para assistir à passagem do andor. É impressionante! A partir das 15:30 h de domingo.
 

9. Concertos das Bandas Filarmónicas.

Uma festa sem música não é festa. E os concertos proporcionados pelas Bandas Filarmónicas fazem-nos viajar um pouco pela história da música. O pé de dança não é obrigatório, mas será difícil de resistir. 

10. Carrinhos de choque. 

E pronto, nenhuma festa pode acabar sem uma voltinha nos carrinhos de choque. Nota mental: tampões para os ouvidos, por forma a poder voltar com audição em 2019.

 

São Roque é por coincidência o local onde trabalhamos, o que faz ainda mais jus à expressão: que grande azar trabalhar onde os outros se divertem!

Este local sempre foi conhecido por ser uma das zonas mais problemáticas de Ponta Delgada, mas está a mudar a uma velocidade “São Roquetiana”. Ao passarmos por certas zonas já não cheira a «roqueiras» mas sim a condomínio de luxo. É a gentrificação. A prostituição, droga e violência vão ter que esperar pela sua vez.

1. A Avenida do Mar

A seguir à ideia de construir um porto e um aeroporto, construir a Avenida do Mar foi a terceira melhor ideia para entregar uma grande obra a uma empresa de construção civil dos Açores. Mas o que importa é que se transformou num dos melhores equipamentos sociais que existem na cidade e na ilha. A relação com o mar, a paz, a tranquilidade. Enfim, se os turistas continuarem a vir a este ritmo ainda nos cobram entrada ou portagem.

2. O Forno da Cal

Depois de nos estendermos e rolarmos uma boa centena de metros chegamos ao Forno do Cal. O melhor banho público de Ponta Delgada. O Pesqueiro, mesmo no centro da cidade é Rei. E um Rei não se questiona, mas embarcações comerciais, turísticas, lazer, desporto, etc, passam muito próximo. Ao passo que no Forno da Cal é mar bravo. Chega a assustar quando a onda bate no pontão com violência e respinga sobre nós como um chuveiro.

3. Os restaurantes

Hoje são a conta que Deus fez. 1. Galego, 2, Mariserra, 3. Cais 20. Se estes não são dos melhores restaurantes de São Miguel, então que desliguem a Internet. Pronto, é claro que existem muitos bons restaurantes na nossa ilha, mas saber que podemos ir passear para São Roque entrar em qualquer um destes estabelecimentos e desfrutar de um momento e vista inigualáveis é um condomínio. Perdão, é um luxo.

4. Mini Praia do Ilhéu do Rosto do Cão

Se conseguir sobreviver ao almoço e atravessar o passadiço de madeira por cima do Forno da Cal é porque está a chegar ao céu. A vista é deslumbrante de qualquer ponto, mesmo deitado no chão com uma cólica gástrica. Quando a maré está baixa forma-se uma mini praia, a mini praia que consegue ser ao mesmo tempo a mini praia menos falada e mais fixe de Ponta Delgada, da ilha, dos Açores, do mundo. Se calhar acabamos de estragar a mini praia mais fixe do mundo. O que nos vale é que mais coisa, menos coisa, alguém o faria.


5. Ilhéu de São Roque

A aventura continua, com uma vista distinta, mais elevada, mas igualmente apaixonante. Se adjectivo pagasse imposto já não estaríamos aqui a escrever este artigo. E talvez se a entrada fosse paga veríamos lá mais pessoas, mas como é grátis, ninguém lá vai. É aproveitar até ao dia em que o que acabamos de dizer deixar de fazer sentido.

6. Figos da Índia

Pelo caminho do Ilhéu vai encontrar Figos da Índia, uma fruta exótica, carregada de letras do alfabeto de coisas boas. Experimente. Experimente por exemplo não se chegar a um metro desta planta!, ou sequer tocar directamente no fruto. Não lhe vai matar, ou enviar para o hospital. É só e tão simplesmente a impossibilidade de sair desta operação sem ficar com um espinho cravado nos dedos. Apenas lamentamos se desafiar esta lógica. Porém o fruto é incrível. Será um sinal de inteligência e astúcia se conseguir que alguém os apanhe por si. Na falta destes argumentos, use dinheiro.

7. Passagem “secreta”

Esta é também uma informação que vale dinheiro. Ao descer do ilhéu encontra pela direita uma passagem mesmo junto ao mar. É uma espécie de marginal pedonal, protegida pela ilhéu, que se encontra tão próximo que quase que dá para lhe tocar. Um dia ainda vamos arranjar um bom motivo para ter que passar por lá todos os dias, ou para lhe tocar. Uma das duas pelo menos.

8. Porto da Corretora.

E pouco depois chegamos ao “Porto” de São Roque, as aspas dizem que já não é um porto. O resto diz simplesmente que não nos importamos, até agradecemos que já não seja um porto e seja o sítio mais inesperado da cidade para se dar um mergulho, com água filtrada pelo Ilhéu e o céu ali tão perto. Não se distraia e continue a boiar.

9. A Casa do Pauleta.

Não podemos entrar, não existem visitas guiadas e a casa até que não é nada de especial, mas saber que o Pedro viveu ali e provavelmente passeou por todos os recantos que estamos a descrever neste artigo enche-nos a alma. Também nos enche a alma o facto de a casa onde viveu não ter passeio e a sorte que precisou de ter para que nenhum carro lhe tenha pisado os famosos pés. Principalmente o direito.


10. Avenida do Mar II

É como qualquer sequela, nunca é tão boa como o original. Mesmo assim, adquire um estatuto imperial, é um pouco como uma das ruas principais que nos leva até Buckingham Palace, pouco interessa como se chama, o que interessa é que nos leva até à…

11. Praia de São Roque.

Estávamos afincadamente a acabar este artigo quando alguém da nossa equipa editorial perguntou se iríamos mesmo falar da Praia de São Roque, a nossa praia. Olhamos uns para os outros e nem sequer foi preciso ir a votos. Somos uns egoístas, não somos?

São Roque tem muitas mais coisas espectaculares, mas o feijão assado estava no forno e alguém tinha que lhe por um olho. E só para dar ainda mais inveja aos leitores, comemos a feijoada no parque de merendas do Miradouro do Ilhéu do Rosto do Cão.

Agradecimentos: Diodato Rebola, Alvarins Gadanha, João Ceguinho, Gilberto Sem Perninas, personagens que São Roque não esquece.

Marcelo Rebelo de Sousa encontra-se em Ponta Delgada, de 8 a 10 de junho, no âmbito das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas que se celebram pela primeira vez nesta cidade micaelense. E a nossa equipa editorial do Top Azores fez uma lista de 10 coisas que o nosso Presidente Marcelo deveria fazer na nossa ilha!

1. Banho de mar nos Frades

Sabemos que esteve no Pesqueiro, que tomou banho e que quase de certeza vai voltar. E se não voltar é porque descobriu a zona balnear dos Frades na Maia. E quem é que o vai recriminar se for lá tomar um banho?

2. Uma cerveja no Travassos

Aqui há um ou dois Santo Cristo dos Milagres atrás, o professor foi na procissão. Ao passar em frente ao Travassos até o convidamos para beber um fininho. Marcelo sorriu, e disse que voltava depois da procissão. Não voltou. Eis a oportunidade de se redimir.

3. Comer um cachorro quente num bolo lêvedo.

O Maurício já era. Agora o grande “trend” são os cachorros em bolo lêvedo. E não acompanha com uma salada dentro de um Gin, mas sim com um tonificante chá verde com licor de mel. É tudo tão bom, que até dispensamos a salsicha.

4. Ir a um Império.

Estão a acontecer um pouco por toda a ilha. Para falar de um, tínhamos que falar de todos. É por isso salomónico não falar de nenhum, para dizer que são todos fantásticos. A começar pelos mordomos que nos presenteiam com tamanhas festas. Aparecer sem ser convidado é a nota dominante e ninguém o fará sentir como um penetra.

5. Apanhar Cracas.

“Vai mazé apanhar cracas!!” bem podia ser uma expressão regional. Mas não é. É, isso sim, o marisco mais espectacular que alguma vez já se provou. Mas chegar à mesa e comer é para meninos. O Professor que traga um bom martelo, um fato de mergulho, treine a apneia, que nós tratamos do resto.

6. Fazer festas a um Cão de Fila e voltar para casa com os dedos todos.

É a raça Professor, são treinados para guardar e conduzir rebanhos. E não brincam em serviço. Quando criados em casa, com a família são as criaturas mais dóceis e bananas de sempre. Ainda dizem que o meio não faz uma pessoa, ou neste caso um canídeo.

7. Ir ao Senhor que lê o Livro do Santo Cristo dos Milagres.

Mas vá mesmo! Siga o link senhor Professor.
https://www.olx.pt/anuncio/l-se-livro-st-cristo-dos-milagres-IDAm8oj.html

8. Responder aos jornalistas com expressões idiomáticas dos Açores

Tipo: “Eipá! Que rai de pergunta é essa?”, ou “Se voltas a fazer essa pergunta vou ter que te escarrolá todo!”. São dois exemplos para treinar à frente do espelho, no quarto do Hotel, mas só até às 23h00, pois os restantes hóspedes podem querer dormir.

9. Cantar o hino dos Açores, de cor, do início ao fim.

Foi a grande Natália Correia que o escreveu. Uns dizem que é comprido, outros dizem que existe uma versão curta, outros defendem uma versão hip hop, enfim, o que nenhum deles sabe é letra de cor e salteado, de trás para a frente. É exactamente por aí que o Professor podia entrar e dar uma grande lição.

10. Beber leite directamente da teta de uma vaca.


Agora que usar copo de plástico dá má media, sugerimos que o Professor vá directamente à fonte, ou melhor à teta. Leve na boca um bom trago de café, se gosta de café com leite.

Dica Extra.
11. Conseguir tirar uma foto com o Emplastro.

Sabemos que não é assim tão fácil quanto parece, mas caramba, uma foto sua com o emplastro no dia de Portugal, Camões e Comunidades nos Açores, era assim como receber a ordem do infante no Palácio de Belém, depois de comer um pastel sem ter que estar 3 horas na fila!

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