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Festival Walk & Talk

O Walk&Talk – Festival de Artes dos Açores, completa em 2017 a sétima edição e regressa a São Miguel de 14 a 29 de julho, com a segunda passagem pela ilha Terceira marcada para a semana de 29 de setembro a 6 de outubro.

De vocação experimental, o Festival Walk&Talk privilegia a apresentação de projetos inéditos e a sua realização efetiva a programação que é desenvolvida ao longo de todo o ano pela Anda&Fala – Associação Cultural, através de residências que estimulam a criação artística contemporânea, a partir do contexto cultural e geográfico específico dos Açores.

O Circuito de Arte Pública será desenvolvido entre as duas ilhas do arquipélago e conta com a curadoria do coletivo multidisciplinar KWY, que reúne os arquitectos Ricardo Gomes e Gabriela Raposo e o curador Miguel Mesquita, e a participação já confirmada dos artistas SPY (ES) e Mark Clinterberg (CA).

O Programa de Exposições abre com a exposição coletiva na Galeria Walk&Talk, a cargo da curadora romena Diana Marincu, cuja participação é apoiada pelo Instituto Cultural Romeno. Em Ponta Delgada serão ainda apresentados projetos individuais dos artistas Carla Cabanas e João Paulo Serafim e duas exposições satélite.

Os curadores Marta Jecu e Sérgio Fazenda Rodrigues trazem ao Museu Carlos Machado o projeto Exodus Stations, que terá início no mês de maio e consiste num programa de residências e intercâmbio de artistas de três países europeus – Portugal, França e Alemanha. Por via da arte contemporânea, este projeto pretende pensar novas formas de entendimento e produção de conhecimento na esfera da Museologia.

 A bailarina e coreógrafa Vânia Rovisco assina a nova criação de dança contemporânea que estreia a 28 de julho, em coprodução com o Teatro Micalensense e o Arquipélago – CAC. O espetáculo reúne na equipa artística vários criadores açorianos e conta com a colaboração especial de Jochen Arbeit, músico e compositor alemão, fundador da Automat e que passou por bandas como Die Haut e The Jever Mountain Boys.

Na área da música, o Festival Walk&Talk 2017 terá pela primeira vez um ciclo comissariado de atuações e concertos, cuja seleção estará a cargo da promotora e DJ Sonja. Propostas que, como é habitual no festival, vão integrar um cartaz compreensivo de peritos, jovens artistas e criadores consagrados, portugueses e estrangeiros, convidados a protagonizar o programa que se encontra em fase de finalização e irá ligar através das artes as ilhas de São Miguel e Terceira, com residências, novas intervenções em espaços ao ar livre, exposições, performances, sessões de cinema, workshops e conversas temáticas.

Em atualização.

Festival Walk&Talk

O Walk&Talk – Festival de Artes dos Açores, completa em 2017 a sétima edição e regressa a São Miguel de 14 a 29 de julho, com a segunda passagem pela ilha Terceira marcada para a semana de 29 de setembro a 6 de outubro.

De vocação experimental, o Festival Walk&Talk privilegia a apresentação de projetos inéditos e a sua realização efetiva a programação que é desenvolvida ao longo de todo o ano pela Anda&Fala – Associação Cultural, através de residências que estimulam a criação artística contemporânea, a partir do contexto cultural e geográfico específico dos Açores.

O Circuito de Arte Pública será desenvolvido entre as duas ilhas do arquipélago e conta com a curadoria do coletivo multidisciplinar KWY, que reúne os arquitectos Ricardo Gomes e Gabriela Raposo e o curador Miguel Mesquita, e a participação já confirmada dos artistas SPY (ES) e Mark Clinterberg (CA).

O Programa de Exposições abre com a exposição coletiva na Galeria Walk&Talk, a cargo da curadora romena Diana Marincu, cuja participação é apoiada pelo Instituto Cultural Romeno. Em Ponta Delgada serão ainda apresentados projetos individuais dos artistas Carla Cabanas e João Paulo Serafim e duas exposições satélite.

Os curadores Marta Jecu e Sérgio Fazenda Rodrigues trazem ao Museu Carlos Machado o projeto Exodus Stations, que terá início no mês de maio e consiste num programa de residências e intercâmbio de artistas de três países europeus – Portugal, França e Alemanha. Por via da arte contemporânea, este projeto pretende pensar novas formas de entendimento e produção de conhecimento na esfera da Museologia.

 A bailarina e coreógrafa Vânia Rovisco assina a nova criação de dança contemporânea que estreia a 28 de julho, em coprodução com o Teatro Micalensense e o Arquipélago – CAC. O espetáculo reúne na equipa artística vários criadores açorianos e conta com a colaboração especial de Jochen Arbeit, músico e compositor alemão, fundador da Automat e que passou por bandas como Die Haut e The Jever Mountain Boys.

Na área da música, o Festival Walk&Talk 2017 terá pela primeira vez um ciclo comissariado de atuações e concertos, cuja seleção estará a cargo da promotora e DJ Sonja. Propostas que, como é habitual no festival, vão integrar um cartaz compreensivo de peritos, jovens artistas e criadores consagrados, portugueses e estrangeiros, convidados a protagonizar o programa que se encontra em fase de finalização e irá ligar através das artes as ilhas de São Miguel e Terceira, com residências, novas intervenções em espaços ao ar livre, exposições, performances, sessões de cinema, workshops e conversas temáticas.

 

Programa:

14 de julho

00:00 h – Festa de abertura com a DJ Sonja, na Galeria Walk & Talk (Rua d’Água 18, Ponta Delgada).

Dança / performanceNova Criação com Teresa Silva e Filipe Pereira.

00:30 h – Música: SOUND.EXT

Exposições: Depois do vulcão, na Galeria Miolo (Rua Pedro Homem 45, Ponta Delgada); e Message in a bottle, de Diana Marincu, na Galeria Walk & Talk. Patentes até ao final do festival (29 de julho).

 

15 de julho

Exposições: Naturalis Historiæ – Quando é que se viu pela primeira vez um crocodilo nos Açores? – patente até 2 de setembro; e EXODUS STATIONS, no Museu Carlos Machado – Núcleo de Santo André, às 17:00 h.

Exposição: A matriz e o intervalo, de Carla Cabanas, no Instituto Cultural de Ponta Delgada. Patente até 29 de julho.

21:30 hTeatro: Se eu vivesse tu morrias, no Teatro Micaelense. Mais informações sobre o espetáculo aqui!

22:00 h – Concerto MEDUSA (reflexo), de Ricardo Jacinto – violoncelo solo + electrónica e objectos, no Coreto do Campo de São Francisco.

23:30 h – Música ao vivo com Clothilde, na Galeria Walk & Talk.

 

17 de julho

10:00 às 17:00 h – TALK ABOUT #1 – Message in a Bottle, com Daniela Marincu, na Galeria Walk & Talk.

10:00 às 17:00 h – Summer School – 5 dias (17 a 21 de julho) de acesso direto a um conjunto de artistas e curadores que irão partilhar os seus princípios e métodos de trabalho através de um programa diário de conversas e exercícios. Uma oportunidade de conheceres melhor o seu trabalho e descobrires novos caminhos a explorar dos teus projetos para jovens a partir dos 16 anos de idade. Pré inscrições e mais informações através do mail gallery@walktalkazores.org. Número limitado de inscrições.

 

20 de julho às 21:30 h – Filme: Catherine ou 1786, de Francisca Manuel, no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande. Patente até 30 de julho.

 

21 de julho às 21:30 h – Filme Flores, de Jorge Jácome, no 9500 Cineclube, SolMar Avenida Center.

 

22 de julho às 00:00 h – Rádio Quântica PDL rave#2, no Arco 8.

 

24 de julho às 19:00 h – Instalação ao vivo. Exercício performativo no âmbito da residência artística com a coreografa Vânia Rovisco, que culmina no espetáculo Equanimidade. Na Galeria Walk & Talk.

 

25 de julho às 22:00 hTeatro: Ámen. Texto de Sandra José, co-encenação e interpretação de André Melo, na Galeria Walk & Talk.

 

26 de julho às 21:30 h – Performance: Colecção de Coleccionadores, de Raquel André, no Arco 8. Custo: 5 €.

 

27 de julho às 19:00 hDança: Cortado por todos os lados, aberto por todos os cantos, por Gustavo Ciríaco, no Teatro Micaelense.

 

28 de julho às 21:30 h – Equanimidade – Ânimo Inalterável, de Vânia Rovisco e Jochen Arbeit, no Teatro Micaelense. Custo 10 €.

 

30 de julho – Festa de encerramento: Concerto dos 3rd Method, na Galeria Walk & Talk.

 

Cartaz: DR

Teatro: Se eu vivesse tu morrias

O título deste espetáculo é tirado do famoso epitáfio de Robespierre: “Passante, não chores a minha morte, se eu vivesse tu morrias.” O passante e Robespierre não podem estar vivos ao mesmo tempo e no entanto é isso que os dramaturgos e os atores fazem grosso modo no teatro: o dramaturgo morre, e o ator ressuscita-o sem ele próprio morrer.

Tomemos alguém que lê um texto em voz alta, em público, de papel na mão: estamos a deparar-nos com a simultaneidade da sua presença e da sua não-presença (tanto do texto como do leitor). Com este espetáculo queremos evidenciar a não-presença, a fantasmagoria, o outro acontecimento que não é aquele que os atores costumam afirmar como o aqui e o agora. Pôr ainda mais o morto em cena. Não vamos convocar os mortos para a vida, vamos convocar-nos nós para lá. E para isso pedimos ajuda ao texto que nos leve nesta viagem de morte.

No âmbito da programação 2017 do Walk&Talk.

 

Direção e texto |Miguel Castro Caldas
Conceção | Miguel Castro Caldas, Lígia Soares e Filipe Pinto

Cocriação e interpretação | Lígia Soares, Miguel Loureiro e Tiago Barbosa

Dabney Day – Reconstituição histórica

No próximo dia 10 de julho será celebrado o Dabney Day. Para o efeito será lançado o Roteiro dos Dabney e será apresentada uma reconstituição histórica das vivências de jardim da família Dabney nos jardins da Cedars House, abertos entre as 19:00 e as 21:00 h.

Pretende-se com este evento divulgar a história desta família que se cruza indissociavelmente com a memória da cidade da Horta.

O Roteiro dos Dabney desenvolve-se num dos enredos históricos mais importantes da ilha do Faial do séc. XIX. A família Dabney que ao longo de três gerações viveu na cidade da Horta contribuiu indubitavelmente para o desenvolvimento económico e social da ilha do Faial e dos Açores durante 86 anos.

Este Roteiro transporta-nos para essa época, percorrendo as residências e os locais de eleição desta família, quer para os negócios, quer simplesmente para a prática de lazer.

O evento na Cedars House é aberto ao público e enquadra-se no projeto Parlamento Presente, uma iniciativa cuja premissa é a aproximação do Parlamento aos cidadãos bem como destes ao Parlamento.

Produzido em colaboração com a Associação Música Vadia, este evento pretende dar a conhecer uma das principais referências arquitetónicas da ilha do Faial, um edifício erguido em 1851 por John Pomeroy Dabney, filho do 2º. Cônsul dos EUA nos Açores, Charles William Dabney. A partir das 19:00 o público terá a oportunidade de integrar uma visita guiada aos jardins da Cedars House, assistindo a diversas encenações e reproduções históricas da vivência dos Dabney nos seus jardins.

Cada visita guiada tem a duração de 30 minutos e tem o número máximo de 50 pessoas.

 

Foto: DR

Baterias ao Luar

Atividade realizada no âmbito do Programa de Musealização e Conservação das Peças de Artilharia pertencentes à Coleção de Militaria do Museu de Angra do Heroísmo, expostas na Reserva Florestal e de Recreio do Monte Brasil.

Programa:

20h30 – Abertura das baterias anti-aéreas, Pico das Cruzinhas.
21h00 – Apresentação da peça teatral Os Amores Encardidos de Padi e Balbina: uma dúbia estória do Revenge, Cães do Mar, antigo paiol.
22h00 –  Animação musical pelo Dj K7 e convidados, ceia ao luar, Pico das Cruzinhas.

 

Cartaz: DR

PLIP | Teatro de Marionetas

PLIP é um espetáculo de teatro de marionetas para crianças, falado na língua imaginária do planeta Plip. É uma viagem a um mundo sensível de sons delicados e personagens imaginárias que, como as crianças, experienciam o dia-a-dia de maneira sempre diferente.

A sua visão sobre as coisas nunca é a mesma procurando encontrar sempre novos e diferentes significados para momentos do seu quotidiano, de forma absolutamente livre de barreiras explorando os caminhos da simplicidade.

SINOPSE
Um pequenino Planeta de sons
Um Planeta de bolacha
a cada que dia que passa
Um bolo de planeta no jardim do planeta
Ordenados e desordenados
Pairam uns de pernas outros de cabeças

Lotação: 100 lugares
Maiores de 4 anos
Ingresso: 8 € / Gratuito até aos 8 anos.

 

Cartaz: DR

Escola de Mulheres – Pelo Pedra Mó Grupo de Teatro

Escola de mulheres é uma comédia de Moliére centrada em Arnolfo e na sua obsessão pela ideia de traição e infidelidade conjugal.
Arnolfo é um homem de 35 anos, solteiro, que acredita que as mulheres casadas são, em geral, adúlteras, mas que, ainda assim, decide casar-se. Como forma de prevenir uma traição futura, Arnolfo escolhe como esposa Inês, uma jovem adolescente que, desde criança, foi educada a mando do próprio de forma a ser o mais ingénua possível. Sucede no entanto que, apesar de todas as precauções de Arnolfo, Inês se apaixona por Horácio…. a trama complica-se com os dois cúmplices apatetados de Arnolfo, os seus servos Alain e Georgete, e com a intervenção inesperada de Crisaldo, seu confidente.

 

Cartaz: DR

Workshop: A arte do ator – do texto não dramático ao objecto teatral

A Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro promove nos dias 5 e 6 de julho, das 10:00 às 12:30, um workshop intitulado “A arte do ator – do texto dramático ao objecto teatral”, com Ricardo Ávila. As inscrições são gratuitas mas estão limitadas a 8 vagas. Os interessados deverão contactar o formador através do telefone 295 401 000 ou pelo endereço ricardo.ne.avila@azores.gov.pt. Para jovens dos 15 aos 22 anos.

 

Cartaz: DR

Teatro: As Mentiras que os Homens contam

Todos sabemos que o universo masculino é repleto de MENTIRAS. O que desconhecemos é que MENTIR é uma questão de sobrevivência.
Os homens não mentem às mulheres mas sim, pelas mulheres.
Tudo pela harmonia no lar, pelo status social, por fantásticas noites com amigos, pelos jogos de futebol e tantas outras razões inerentes à virilidade.
Para provar que a sua teoria não é mentira, Luís Fernando Veríssimo escreveu fantásticas crónicas, ironizando sarcasticamente todos estes temas.
As MENTIRAS que os HOMENS CONTAM fala da história de Jorge e Carla, um casal que vive os problemas e alegrias de qualquer relacionamento, num meio social comum para a maioria das pessoas, com amigos sacanas, algumas amantes, onde as personagens se colocam em situações embaraçosas por mentiras inocentes.
Um espetáculo que apresenta uma galeria de personagens capazes de qualquer engano para preservar a própria pele. Mas serão todos incorrigíveis mentirosos ou simples inventores de histórias?
Venha sentir crescer a compaixão por estes adoráveis mentirosos, os quais, supostamente, nunca mentem!

Ficha Técnica e Artística:
A partir da obra de Luís Fernando Veríssimo
Dramaturgia:
Marcelo Rubens Paiva
Apoio Dramatúrgico:
David Carronha
Adaptação:
Margem Narrativa
Com: Almeno Gonçalves, Joaquim Nicolau, Fernando Ferrão e António Melo

 

Imagem: Maria João Alves

Música e comédia celebram aniversário do concelho da Povoação

30 de junho às 22:00 h – Atuação da Orquestra Ligeira da Povoação.

1 de julho

21:30 h – Atuação do Grupo de Teatro Os Trolhas.

22:30 h – O humorista António Raminhos, conhecido pelos seus programas no 5 para a Meia-Noite, na RTP 1, e As Marias na RFM, vai estar na Povoação no âmbito do 178.º aniversário do Concelho.

 

Em atualização.

 

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