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Neste Top Azores damos-te a conhecer as maiores casas de espetáculo dos Açores, onde poderás assistir a peças de teatro, concertos, saraus, conferências, entre outros.

Coliseu Micaelense, Ponta Delgada (São Miguel)

A sala principal é o verdadeiro ex-líbris do Coliseu Micaelense. Foto: Câmara Municipal de Ponta Delgada

Situado no centro de Ponta Delgada, o Coliseu Micaelense é um renovado e versátil equipamento, capaz de acolher os mais variados eventos, desde espetáculos em auditório convencional até espetáculos em arena de circo, passando pelos formatos de café-concerto, concerto rock, banquete, casino, congressos, feiras e bailes.

Além da sala principal, são aproveitados outros espaços, como o hall da entrada, o salão do piso superior e a Sala Santos Figueira.

Em termos de programação, o Coliseu Micaelense prima pela diversidade, indo ao encontro das legítimas expectativas de um público heterogéneo.

Teatro Micaelense, Ponta Delgada (São Miguel)

Pelo seu valor histórico e arquitetónico, o edifício do Teatro Micaelense foi classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Governo Regional dos Açores. Foto: Teatro Micaelense

Inaugurado em 31 de Março de 1951, o Teatro Micaelense foi projetado pelo conceituado arquiteto Raul Rodrigues de Lima, um especialista em salas de cinema e de teatro.

Durante cerca de quatro décadas, o Teatro Micaelense serviu a ilha de São Miguel com uma programação regular, tendo-se constituído como uma das mais importantes estruturas da vida cultural e social dos micaelenses. A partir de meados da década de 80, a quebra de receitas que afetou os cineteatros um pouco por todo o mundo, a par com a degradação do edifício, conduziram à inatividade e posterior encerramento.

Reabilitado pelo Governo Regional dos Açores, o Teatro Micaelense reabriu ao público em 5 de Setembro de 2004, sob projeto do arquiteto Manuel Salgado.

Com novas valências e um conteúdo programático de qualidade, alargaram-se as respostas na oferta cultural e abriu-se aos congressos e reuniões profissionais, dotado que ficou dos mais modernos equipamentos e requalificado em termos de aproveitamento dos espaços.

Desde então, o Teatro Micaelense – Centro Cultural e de Congressos vive uma vida nova, aberto ao mundo em constante mudança em que se insere e é, verdadeiramente, um Centro na atividade da ilha de São Miguel.

Teatro Angrense, Angra do Heroísmo (Terceira)

A influência neoclássica da sua arquitetura permitiu-lhe ser classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Governo Regional dos Açores.

O Teatro Angrense situa-se no centro histórico da cidade de Angra do Heroísmo, em plena zona classificada como Património Mundial pela UNESCO, na ilha Terceira. É a principal sala de espetáculos da cidade e uma das mais importantes dos Açores, simbolizando para os angrenses a excelência a nível cultural desde o fim do século XIX.

Fundado em 1860, é um teatro aberto dito “ferradura”, muito divulgado com a evolução da ópera italiana e o teatro romântico, sendo portanto, um exemplar único na ilha e um dos melhores dos Açores. Já recebeu grandes nomes nacionais e internacionais, ainda com um destaque para os artistas locais, a nível musical e teatral.

Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo (Terceira)

Grande Auditório do CCCAH. Foto: Câmara Municipal de Angra do Heroísmo

Situado no coração da cidade, o Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo aproveita a planta circular de uma histórica praça de toiros. É um edifício dotado de espaços e equipamentos diversos pensados para a satisfação dos seus utilizadores e que conferem uma grande multifuncionalidade ao mesmo, sendo considerado o melhor e mais completo espaço de congressos dos Açores, pois tem:

  • Grande Auditório

  • Pequeno Auditório

  • Foyer/ Sala de Exposições

  • Sala de Formação

  • Sala de Reuniões

  • Cabines portáteis de tradução Simultânea

  • 2 Bares de Apoio

  • 4 Terraços panorâmicos

  • Bilheteiras

  • 5 Camarins

  • Gabinete médico

Teatro Faialense, Horta (Faial)

Embora não sendo rigorosamente art déco, apresenta as tendências ecléticas do início do século XX. Foto: Blog Entre Mim

O atual edifício foi construído em 1916 em lugar de outro, anterior, em funcionamento desde 1856, que se constitui no primeiro teatro regular a funcionar no arquipélago.

Ao longo de sua história constituiu-se em um dos edifícios mais importantes da vida cultural da cidade, sendo considerado como escola artística de diversas gerações.

Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1989.

Auditório do Ramo Grande, Praia da Vitória (Terceira)

Fotos: Praia Cultural

O Auditório do Ramo Grande foi inaugurado na cidade da Praia da Vitória a 5 de Abril de 2003 tendo-se estreado com a representação da opereta “Dia de S. Vapor”, da autoria de Luís Gil Bettencourt e desde então milhares de pessoas passaram pela sala para assistir aos mais diversos tipos de espetáculos.
O edifício é propriedade da Cooperativa Praia Cultural, cuja presidência é assumida pela Câmara Municipal da Praia da Vitória, e vice-presidência pela Filarmónica União Praiense.
Trata-se de um edifício composto por sala de espetáculos e de diversas valências.
Tem uma capacidade total para receber 454 pessoas.

Teatro Ribeiragrandense, Ribeira Grande (São Miguel)

Foto: Câmara Municipal da Ribeira Grande

O Teatro da Ribeira Grande começou a ser construído em 1920, funcionando desde 1922 e sendo concluído em 1933. Ao longo das décadas seguintes, tornou-se numa verdadeira sala de espetáculos polivalente da Ribeira Grande, acolhendo os mais variado leque de manifestações culturais.

Em 1988 é adquirido pela edilidade que o remodela e amplia, tornando-se num equipamento de larga qualidade. O novo complexo foi inaugurado em 2000. Do primitivo edifício mantém-se a configuração da sala de espetáculos e a sua fachada que é o elemento mais representativo com a mistura de elementos formais de várias proveniências culturais e estilísticas.

Auditório da Madalena, Madalena (Pico)

Além de Auditório, este moderno edifício também alberga a Biblioteca. Foto: Sapa Building System

 

Do cinema à música, passando pelas artes performativas, aquele que é já conhecido como palco da cultura do Pico acolheu mais de uma centena de concertos, entre eles Gisela João e António Zambujo, bem como de todas as filarmónicas, bandas e grupos folclóricos do concelho, em apenas dois anos de existência.

Alpendre, Angra do Heroísmo (Terceira)

Foto: Facebook do Alpendre – Grupo de Teatro

Criado em 1976, o Alpendre – Grupo de Teatro apresentou-se pela primeira vez, no Teatro Angrense, a 27 de Dezembro do mesmo ano, com “Guerras de Alecrim e Manjerona”, de António José da Silva, (O Judeu).
Em Outubro de 1979, o Alpendre transformou-se em sociedade por quotas. Seis anos depois, em Junho de 1985, o Governo Regional dos Açores conferiu-lhe o Estatuto de Instituição de Utilidade Pública e tem uma Sede própria que, diga-se de passagem, é muitíssimo charmosa! Muitos são os espetáculos que se poderão ver neste edifício situado na Rua Recreio dos Artistas.

Academia de Juventude e das Artes da Ilha Terceira, Praia da Vitória (Terceira)

A Academia de Juventude e das Artes da Ilha Terceira é um espaço multidisciplinar e polivalente, da Câmara Municipal da Praia da Vitória, orientado para a promoção do empreendedorismo e da criatividade, com recurso às Novas Tecnologias e equipamentos de ponta.

Situada junto ao Auditório Ramo Grande, a Academia de Juventude e das Artes da Ilha Terceira partilha recursos e atividades com esta valência municipal, num modelo de gestão cooperativa e complementar, permitindo assim fazer face não só às necessidades do concelho da Praia da Vitória como também às necessidades da ilha Terceira.

Contém Sala Movimento, Sala Expressão, Sala Composição, Sala Polivalente, Sala de Formação e Sala de Ensaios de Música.

Centro Cultural da Ilha Graciosa

Fotos: Câmara Municipal da Graciosa

Inaugurado a 8 de agosto de 1996 e localizado na Rua do Mercado, o Centro Cultural da Ilha Graciosa pode ser caracterizado como um espaço multifuncional, onde se podem concretizar as mais variadas manifestações culturais desde exposições, peças de teatro, concertos musicais, festivais ou ainda conferências ou congressos.

Com uma sala de espetáculos com 260 lugares sentados, utilizada normalmente para projeção de filmes, concertos e teatro, possui ainda vários camarins de apoio aos artistas.

O andar superior é constituído por uma sala de reuniões / exposições e bar.

 

Auditório Municipal das Velas (São Jorge)

Foto: José Luís Ávila Silveira/Pedro Noronha e Costa

 

Parem tudo e apreciem o arrojo da arquitetura do Auditório Municipal das Velas. Cor e ousadia é coisa que não lhe falta, assim como boa programação quase todas as semanas.

Museu e Auditório Municipal de Santa Cruz das Flores

O pequeno concelho de Santa Cruz das Flores tem sem dúvida o Museu/Auditório mais charmoso dos Açores. A arquitetura é simplesmente deslumbrante! A empreitada de Construções do Museu e Auditório Municipal foi adjudicada à empresa Somague – Ediçor, Engenharia, S.A.

Black Box do Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande (São Miguel)

Foto: José Campos

Este espaço apresenta uma tipologia onde não existe a fronteira entre o espetador e o artista, colocando-os no mesmo espaço, como resposta à polivalência que as artes performativas hoje exigem. Baseia-se no modelo do teatro da Companhia de Teatro Schaubühne em Berlim, pelas possibilidades de transformação de uma sala de cena integral, e no Teatro Oficina de Lina Bo Bardi em São Paulo, pela ideia do “teatro rua” e as possibilidades de relação com o espaço público. Este é um espaço modulável que se adapta em função de cada espetáculo, através da combinação e adição de equipamentos móveis localizados no chão e no teto com possibilidade de montagem e desmontagens fáceis.

Espaço Cultural Multiusos da Ilha do Corvo

Foto: DR

A construção do Pavilhão Multiusos veio dotar a Vila Nova do Corvo com o primeiro espaço cultural, respondendo às necessidades da população da mais pequena ilha do arquipélago. A nova infra-estrutura cresceu num dos pontos mais elevados da vila, evidenciando-se e marcando fortemente a paisagem. A nível exterior o edifício apresenta-se com simplicidade, revestido em “deck” de madeira e rodeado por muros em basalto. O Pavilhão Multiusos acolhee exposições, cinema, teatro e outros eventos socioculturais, permitindo uma nova dinâmica cultural na ilha.

Já estiveste nalguma destas casas de espetáculo? Qual delas te surpreendeu mais? Qual costumas frequentar? Comenta aqui ou na publicação na nossa página de Facebook!

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