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Quer dizer, temos a certeza que muitas mais vão ficar ou já estão no ouvido, acreditamos até que algumas delas vão deixar a sua marca para todo sempre e um pouco mais além. Graças a Deus que os copos são de plástico, não venha esta memória a ser resultado de uma queda ou trambolhão ou som dos James, que abriram a todo o gás este Monte Verde 2018.

1. Fingers Mitchell Cullen

O homem dos sete instrumentos. Pronto, o homem dos 3 didgeridoo’s, viola, pés e mãos. Que nisto, nasceu perfeito, já dizia a sua mãe: vejam como tem os dedinhos todos.

2. BeatBombers

Carlos Paredes 2.0. E continua a ser feito por portugueses com talento. É um orgulho. Faz lembrar um pouco o que o Experimentar não me incomoda fez com o nosso “hino” Ilhas de Bruma. Se isto é o futuro, queremos dois para levar se faz favor.

3. James Arthur

Pronto, o moço canta bem, é bonito, vai à missa. Caramba o moço é “prefêtche”, alguma noiva das Feteiras se candidata?

4. The Hives

Quando se diz sexo, drogas e rock’n’roll, também se pode dizer sexo, drogas e The Hives. Por isso, preservativos no bolso, orelhas lavadas e…. bom esqueçam as drogas. A polícia apreendeu tudo.

5. Vini Vici

E venci o sono durante grande parte da noite só para ouvir esta música. E depois chegou à hora e adormeci. Adormeci? Ou não me lembro de nada?

6. King John

Já temos o Rei dos Queijos, por isso só faltava o John. Mas este John, não é um John qualquer, é sim um dos mais promissores músicos dos Açores. John, vais saber que chegaste lá quando vires um vídeo do Yé Yé a cantar uma música tua.

7. Blaya

Lá do fundo dos Buraka Som Sistema saiu a Blaya à velocidade que os foguetões voam. Dizem que vai aterrar no Brasil, mas com a força com que vai ainda dá mais duas ou três voltas à órbita terrestre antes de fazer um duo com o Caetano Veloso.

8. Piruka

Desde o Eminem que um rapper branco não tinha tanta graça. Ainda para mais em português, que não é uma língua feia, é só uma filha difícil de casar, tão complexa é a sua gramática. É ali o acento da palavra gramática? Ou assento?

9. Slow J

O poema é mais antigo do que as pedras da calçada, mas foi preciso o Slow J nascer para se fazer uma música que estivesse pelo menos ao nível da letra. Está lá, amigo. A seguir vamos à Natália Correia.

10. James

Quem viu James mais do que uma vez ponha o dedo no ar. Pronto, quem tem o dedo no ar tem direito a desconto sénior, quem ficou com os dedos para baixo, em casa à meia-noite, ou mal acabem os concertos.

Sabemos que existem muitas mais músicas que irão marcar este Monte Verde 2018, se quiseres partilha connosco. Aqui na Agenda dos Açores ou no Facebook.

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