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No dia 1 de julho, celebra-se o Dia Mundial das Bibliotecas, e a equipa editorial do Top Azores decidiu dar a conhecer as bibliotecas mais giras dos Açores.

1. Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro (Terceira)

Funcionando muitos anos no lindíssimo Palácio Bettencourt, as novas instalações, projetadas pela arquiteta Inês Lobo, foram inauguradas a 16 de setembro de 2016.

A sua arquitetura moderna contrasta com a do Palacete Silveira e Paulo, um dos mais notáveis exemplares da arquitetura civil açoriana da transição do século XIX para o século XX, o que lhe conferiu algumas críticas. No entanto, não deixa de ser um projeto bastante arrojado e esteticamente atraente dentro do género contemporâneo.

Na Rua do Morrão, 42 – Angra do Heroísmo.

2. Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça (Faial)

Instalada na antiga “Casa Grande”, outrora pertencente à família Bensaúde, que foi adquirida pela Região Autónoma dos Açores em 2008.

Além de reabilitar o histórico edifício, foi construído um novo corpo, de traça moderna, onde se encontram o auditório, a sala de exposições, entre outros espaços de apoio a iniciativas culturais.

Na Rua Walter Bensaúde, 14  – Horta.

Fotografias: Carlos Faria e José Andrade

3. Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada (São Miguel)

Instalada no edifício do antigo Colégio dos Jesuítas de Ponta Delgada, o seu arquivo é considerado como um das mais importantes a nível nacional, pela riqueza e diversidade dos fundos e coleções que possui, com destaque para os Fundos de José do Canto, Ernesto do Canto, Eugénio do Canto, Manuel Monteiro Velho Arruda, José de Torres, a biblioteca e espólio de Teófilo Braga, a biblioteca de Antero de Quental, bem como a Anteriana do Dr. José Bruno Carreiro, e outras. Em termos de Obras Raras, possui cinco incunábulos e coleções de livros dos séculos XVI, XVII e XVIII, alguns oriundos dos antigos conventos no arquipélago, primeiras edições e outras, sem esquecer a Coleção Camoniana, e, ainda, os manuscritos das “Saudades da Terra” de Gaspar Frutuoso, “Espelho Cristalino” de frei Diogo das Chagas, “Crónicas da Província de S. João Evangelista das Ilhas dos Açores” de frei Agostinho de Monte Alverne, apenas para citar os mais importantes em seu extenso acervo.

Na Avenida Gaspar Frutuoso, 12 – Ponta Delgada.

4. Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira (São Miguel)

Localizada no edílico e singular espaço do Convento dos Franciscanos a Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira oferece ao leitor cerca de 20 mil livros e documentos, alguns de grande valor patrimonial e histórico, num espólio acessível por quem visitar este novo espaço municipal.

Na Rua de Santo António (Convento dos Franciscanos), Lagoa.

Fotografias: CM Lagoa e Biblioteca Municipal Tomaz Borba Vieira

5. Biblioteca Municipal Daniel de Sá (São Miguel)

Inaugurada em 2014, após uma reconstrução e adaptação da antiga Casa da Natividade, de um edifício do século XVIII, a nova biblioteca municipal da Ribeira Grande tem uma área de 1.800 metros quadrados, três pisos, que incluem um pequeno auditório, salas de leitura para os mais jovens, salas para investigação e ainda uma zona verde. As novas instalações da biblioteca resultam da adaptação e recuperação da antiga Casa da Natividade, um edifício, classificado como património municipal, que se encontrava devoluto. É, sem dúvida, um dos melhores exemplos de reabilitação de um edifício nos Açores.

No Largo das Freiras, Ribeira Grande.

Fotografias: CM Ribeira Grande; ETAP

6. Biblioteca Municipal de Vila do Porto (Santa Maria)

Esta Biblioteca é resultado do projeto de requalificação do antigo Solar de João Falcão de Sousa, décimo Capitão do Donatário da Ilha de Santa Maria, edifício datado dos séculos XVI-XVII. Foi aberta ao público em 2010.

Na Rua da Boa Nova, 19 – 29 – Vila do Porto.

7. Biblioteca Municipal Silvestre Ribeiro (Terceira)

Foi transferida para o edifício Casa das Tias de Vitorino Nemésio em 2009. A Casa das Tias, um edifício histórico, que remonta ao século XVIII, reconstruída depois do terramoto de 1841, sofreu obras de reabilitação que lhe permitem continuar a perpetuar a memória do escritor, natural da ilha Terceira e “pai” do termo “açorianidade”.
É uma casa vistosa e que chama de imediato a atenção pelas suas dez janelas e pela longa varanda da fachada. Em termos de espólio bibliográfico, a BMSR possui cerca de 30 000 obras, compostas por livros, publicações periódicas e material eletrónico e audiovisual.

Na Rua da Misericórdia – Praia da Vitória.

Fotografias: Carlos Luís M C da Cruz e CM Praia da Vitória

8. Biblioteca Municipal da Madalena (Pico)

Com uma área superior a 1.200 m2, o espaço inaugurado em 2016, contempla salas diferenciadas, incluindo uma zona de leitura de periódicos, uma videoteca, duas zonas multimédia, uma área dedicada a exposições e palestras e ainda um piso subterrâneo para depósito de livros. Edifício do Conhecimento Com Espólio Superior a 60 Mil Livros Com mais de 60 mil livros, a Biblioteca reúne um vasto e diversificado espólio literário, como poucas outras bibliotecas nos Açores, estando ainda dotada da mais avançada tecnologia de ponta.

Fotografias: CM Vila da Madalena

9. Biblioteca Municipal de Santa Cruz das Flores (Flores)

Esta infra-estrutura foi inaugurada no dia 2 de Setembro de 2008. Este espaço remodelado e adaptado a Biblioteca Municipal, tem, no passado dos seus alicerces, a moradia mais antiga da Ilha das Flores.

Data de meados do séc. XVII, foi pertença da família Pimentel de Mesquita, até finais do século XIX. Foi ainda residência do último Capitão-Mor das Flores e Corvo e dos últimos morgados de Santa Cruz. Nesta casa tomou ainda forma o primeiro núcleo do Museu das Flores, e a antiga Casa Museu Pimentel de Mesquita.

Na Rua da Conceição – Santa Cruz das Flores.

Fotografias: CM Santa Cruz das Flores

10. Biblioteca Municipal do Corvo (Corvo)

Até a pequena ilha do Corvo tem a sua biblioteca municipal que é até de boas dimensões. Na Rua da Matriz em Vila do Corvo.

Fotografias: CM Vila do Corvo

11. Biblioteca da Universidade dos Açores (São Miguel)

Projeto arquitetónico do Atelier de Santos. O edifício é todo composto por diversos blocos, bem separados entre si. Mesmo no interior, vemos corpos separados, suspensos, assentes em colunas inclinadas, muito dinâmicas. Este sistema de rampas, de uso público, permite não só o acesso a todas as salas de leitura, mas também, sobretudo, a iluminação natural da biblioteca. Ao alçado nascente (aquele que confronta o Campus Universitário, e o parque de estacionamento) é justaposta uma outra estrutura, que permite o controlo lumínico do interior. Este brise-soleil funciona como um véu, possibilitando uma multiplicidade de leituras do edifício: de longe, o alçado parece ser totalmente opaco, refletindo o vermelho oxidado do aço.

Na Rua Dr. Vitorino Nemésio, 32 – Ponta Delgada.

Fotografias: José Maria Oliveira

Muitas mais bibliotecas existem e cada qual tem a sua beleza. Deixamos aqui apenas 11 delas. Para vós, quais as mais bonitas?


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